Domingo, 14 de julho de 2024
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Dinheiro da venda dos vagões do VLT irá custear implantação do BRT em Cuiabá e VG

A informação é do próprio governador Mauro Mendes (União), que comemora a venda dos aparelhos que estavam armazenados há mais de uma década

Dinheiro da venda dos vagões do VLT irá custear implantação do BRT em Cuiabá e VG

Foto: Ivana Maranhão

Os R$ 793,7 milhões referente a venda dos vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) serão utilizados para custear os equipamentos e a obra de implantação do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande. A informação é do próprio governador Mauro Mendes (União), que comemora a venda dos aparelhos que estavam armazenados há mais de uma década.

“Esse recurso é da fonte 100, não se carimba dinheiro da fonte 100, a constituição proíbe isso. Então, ele volta para fonte 100. Mas em um cálculo rápido, o dinheiro que retorna aos cofres públicos vai ser suficiente para bancar as obras e equipamentos, 100%, do BRT que está sendo implantado”, enfatizou o gestor na manhã desta quinta-feira (20).

Os estados de Mato Grosso e da Bahia e o Consórcio VLT Cuiabá chegaram a um acordo para venda de todos os vagões do VLT e o contrato oficializando essa compra deve ser assinado na próxima semana.

“Ficar com aquilo apodrecendo lá em Várzea Grande, e a cada ano perdendo o valor, seria algo extremamente ruim. Nós temos que agradecer as oportunidades que caíram do céu. Ficar demandando com aquela empresa durante décadas na justiça, a mercê de algo que poderia acontecer daqui 10, 20, 30 anos de seremos ressarcidos. [...] Foi um negócio que caiu do céu e nós vamos ser ressarcidos de tudo que nos pagamos e não aproveitamos. Então, estamos recuperando de volta com o valor corrigido”, completou o governador.

O valor líquido resultante para o estado de Mato Grosso é de R$ 793,7 milhões, que serão pagos pela Bahia em quatro parcelas anuais, sendo que a primeira será paga até 31 de dezembro deste ano e as demais na mesma data de cada ano até 2027. Todas as parcelas serão corrigidas pelo IPCA-E, a partir da data da assinatura do acordo.

A Bahia deu em garantia do pagamento das referidas parcelas ao estado de Mato Grosso o fluxo financeiro decorrente da sua cota no Fundo de Participação dos Estados (FPE).
 

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